Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de 2018

Conflitos Mediados em 5 Passos

Para expandir os negócios, empreendedores precisam considerar todas as  possibilidades de crescimento empresarial. Pensar em uma sociedade é uma  atitude quase natural, afinal, duas (ou mais) cabeças pensam melhor do que  uma. Porém, conviver com o sócio é algo que depende de bastante respeito,  confiança e comprometimento, uma vez que, mais do que um parceiro  profissional, ele precisa ter objetivos alinhados com os seus. 1 - Não confunda relacionamento pessoal com profissional É claro que ajuda se os sócios forem próximos. Mas, isso não significa que  um bom relacionamento se transforme em uma boa sociedade. O  relacionamento dentro de um ambiente de trabalho é bem diferente daquele  em momentos de lazer. Especialmente quando os resultados esperados não  vêm, ou quando a pressão cresce dentro da empresa. Neste cenário, tanto a  relação pessoal quanto a profissional podem ficar comprometidas. Lembre- se de que o relacionamento com um sócio vai além das relações pessoais.

Até que o CNPJ nos separe! (AP-InCo)

Nos meus longos anos de vida profissional, atendendo empresas varejistas, em sua grande maioria empresas familiares, nas quais os sócios são também cônjuges, as oportunidades de encontrar casais que criam negócios estáveis são raras. Se as empresas compostas por conhecidos, parceiros, amigos ou parentes, já são tempestuosas, entre cônjuges, essas tempestades transformam-se em furações Classe 5. A razão dessa gênese é muito simples, ou, pelo menos, deveria ser vista desta forma. Cônjuges são naturalmente seres multifuncionais que, dentro de um relacionamento tido como saudável, se alternam no cumprimento de funções destinadas - do início ao fim - à manutenção do relacionamento. Dos afazeres domésticos aos cuidados com os filhos, quando houver, é preciso, no mínimo, delegar o fazimento de inúmeras tarefas operacionais, gerenciais e estratégicas. É caros amigos, manter o "clima organizacional" do casamento não é uma tarefa fácil. Estabelecer uma "governança" pa

Engajamento uma Ova!!!

Parece coisa do tipo “Teoria da Conspiração”, que está tudo combinado, tudo dominado, quando, de repente, sem mais nem menos, há uma verdadeira avalanche de determinada expressão nos meios de comunicação, com destaque para as Mídias Sociais. A “figurinha carimbada” da vez, da hora, que visualizamos como “selfie” nas Redes Sociais, que “viraliza”, que provoca “buzzz”, que torra a paciência, que enche o... Oops!!! Muita calma nessa hora... Parece que estou exagerando, que estou – no coloquial – radicalizando, mas não estou. Aliás, vamos radicalizar na acepção formal da palavra e buscar a origem, a "raiz" desta “figurinha carimbada”, que, acredito, o leitor já deve ter identificado: o Engajamento!!! Segundo o Dicionário Online Michaelis, o verbo “engajar” tem origem na palavra francesa “engager” e tem os seguintes significados: engajar  en.ga.jar  (fr engager)  1 Contratar para serviço pessoal: Engajar colonos. Engajou-o como vaqueiro. O outr

Working For Feed!

“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor”. [Johann Goethe] Quando decidi, por exceção, trabalhar a estratégia de, com Atitude, transformar Conhecimentos e Habilidades em recursos para garantir o atingimento da meta do Rally M+is – Transamazônica, foi instantânea a associação com a expressão “Working For Food” bem conhecida em cartazes de todos os tipos, utilizada por homeless e andarilhos em todos os cantos do mundo. Este não era o meu caso, minha permuta seria por recursos de todos os tipos, para alimentar corpo e alma, por isso criei o trocadilho e alterei a expressão para “Working For Feed”: trabalhando por alimento - alimento para nossa “alma varejista” - alinhando-a com o Projeto de Financiamento coletivo na plataforma do Catarse, que chamamos de SOUL Varejista! Resumindo: nossa estratégia seria trabalhar para alimentar a Alma Varejista em todos os Pontos de Venda onde eu

O Pinheiro de Natal

"O Cúmulo do otimismo é plantar um Pinheiro de Natal e esperar que ele cresça." Este post em uma rede Social não é uma piada: está baseado em fatos - fotograficamente registrados - que revelam uma história por trás de uma estória. Publiquei o post no dia que vi o "plantio" do Pinheiro de plástico e arame, reciclado de uma árvore de Natal. No dia seguinte, voltei para fotografar e conhecer a história por trás da estória. O fato era mais que uma atitude de otimismo. O fato É a expressão do entusiasmo de um cidadão para mudar o ambiente em que vive: mudar o seu mundo. Morando em uma avenida dotada de canteiro central, em estado de abandono pelo poderes públicos e após algumas solicitações, sem sucesso, para o replantio e irrigação de vegetação ornamental, o cidadão resolveu ele mesmo promover a mudança. Pela falta de mudas naturais ou pela falta de água para irrigação ou por falta de tempo para cuidar do seu pedaço de canteiro, o cidadão resolveu todas