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Mostrando postagens de Junho, 2016

Padrinhos Mágicos

Há uma previsão de que, até 2.019, 80% do conteúdo da internet será publicado através de vídeos. No rastro dessa informação, uma avalanche de “Tutoriais Mágicos” está invadindo páginas e mais páginas da web, especialmente nas Redes Sociais. No meio de tantos vídeos, o que m vem à cabeça é um anúncio que já se tornou um ícone da geração “Meme”: “Trago a pessoa amada de volta em 3 dias”. Nestes anúncios, no rodapé, em letras miúdas, não é raro encontrar a ressalva: “Mas é preciso ter fé”. Antes de partirmos para atualizar es ícone dos anúncios esotéricos, dando-lhe outras finalidades, vamos compreender o que chamo de “Tutoriais Mágicos” e seus respectivos “Padrinhos”.
Acredito que o leitor, ávido consumidor de Redes Sociais, antes de iniciar a leitura deste artigo, já deve ter visualizado, no mínimo, três publicações anunciando os mais diversos métodos, fórmulas, passos para alcançar o sucesso nas mais diferentes atividades do mundo Virtual e Real. A primeira vista temos soluções para …

Prólogo Para Um Louco

“A perplexidade é o início do conhecimento”. [Khalil Gibran]

Eu poderia afirmar que minha narrativa tem início aos dez anos de idade, lá pelos idos de 1.969, em plena Ditadura Militar, quando comecei, pelo que me lembro, a ser chamado de louco. Porque falava sozinho ou conversava comigo mesmo em voz alta; por colecionar citações de grandes pensadores; por substituir as brincadeiras de criança pela leitura voraz de tudo que conseguia pôr as mãos; por desmontar tudo que chegasse às minhas mãos para ver como funcionava; por minhas ideias “revolucionárias” para interferir ou tomar a frente dos negócios do meu pai; pelos incontáveis sonhos de aventuras pelos mundos das minhas leituras...
Dessas leituras, destaco uma biografia de Salvador Dali e o livro O Tambor, de Günter Graas. Além da extensa lista de comportamentos estranhos, meus comentários acerca desses dois livros eram suficientes para confirmar minha fama de criança estranha, para os condescendentes, e louco para a grande maioria das…

Ideia Compartilhada

Vivemos tempos difíceis, vivemos uma crise com prognóstico de ser maior que a crise da “grande depressão”, na década de 30. Prognóstico, aliás, feito por quem, neste momento, está responsável pelo leme da economia no Brasil, o Ministro Henrique Meirelles.
Da crise de 30 eu não lembro, não vivi, mas lembro de muitas outras, a partir de 64, nas décadas de 70, 80, 90 e mais recentemente da “marolinha” de 2.008 na qual continuamos “surfando” para baixo. Neste momento, os únicos índices positivos são de indicadores negativos como inflação, desemprego, inadimplência, etc. Mas não quero falar de crise, já tem muita gente falando sobre isso, quero falar de uma ideia, quero compartilhar uma ideia de sucesso: o Associativismo. Mais precisamente de um slogan que diz: “a união faz a força”.
Quero compartilhar essa ideia no momento em que uma pesquisa realizada pela Nielsen revela que 48% do crescimento do Setor Supermercadista em 2.015 é de responsabilidade do Varejo de Vizinhança ou Varejo de P…

Pensar 3-D: Simplificar é Inovar

“Penso, logo existo.” (Descartes). Existe alguém que diz que pensa que não conheça esta frase? Penso que não, logo não estou sozinho quando abandono o “achismo” e cogito pensar. Acredito que pensar é contagioso e vicia, ou melhor, torna-se um hábito e hábitos formam a cultura.
A Cultura que queremos discutir neste momento é a Cultura Organizacional que podemos definir como sendo um conjunto de Valores, Crenças, Rituais e Normas adotadas por uma Empresa.
Vivemos, sem dúvidas, momentos difíceis. Crise é a palavra que está no pensamento de todos e nos meios de comunicação de massa: a chamada “mídia”. Então, já que somos seres pensantes, devemos avaliar o que e como estamos pensando. Em tempos assim, pensar não é só pensar: é preciso pensar diferente; fora da caixa; de forma sistêmica; como apregoamos, Pensar em 3-D: Diariamente, Demonstrável e Diferente. Todas essas forma de pensar caracterizam a Filosofia, isto é: pensar é filosofar! Eita Lasqueira! Este artigo não era para falar de si…