Pular para o conteúdo principal

Pontos Fortes, Pontos Fracos: diga a Verdade!!!

Você está numa Entrevista de Emprego e chega a hora de falar sobre suas Fraquezas, suas Debilidades, Pontos Francos em sua Formação Acadêmica, Trajetória Profissional... E Agora?

Como falar de seus pontos fracos numa entrevista de emprego?

Recomendo uma única postura nesse momento: fale a verdade!!!


Não é uma questão de arrogância. Muitos candidatos acham difícil falar sobre seus pontos fracos numa entrevista de emprego simplesmente porque não têm autoconhecimento suficiente.

Na opinião de Claudia Troca, gerente da consultoria Robert Half, ficar em silêncio ou mencionar qualidades disfarçadas de defeitos - como se o único problema fosse ser dedicado demais ao trabalho, por exemplo - não significa que você seja cego às suas próprias limitações.

“Se a pessoa hesita ou precisa recorrer a clichês, o que nos mostra é que não sabe muito sobre si mesma”, afirma ela. “Perfeccionista” e “workaholic", aliás, são palavras que a recrutadora mais ouve da boca dos candidatos. 

De acordo com Ricardo Rocha, gerente executivo da consultoria Michael Page, muitos candidatos dão respostas vagas ou superficiais porque vão para a entrevista sem se preparar para a famigerada pergunta.

Para falar das suas fraquezas com exatidão e propriedade, explica ele, é preciso fazer previamente um exercício de autoanálise. Colher e analisar feedbacks de colegas e chefes também é indispensável.

“A pergunta serve não apenas para realmente saber quais são os seus pontos negativos, mas também para testar o seu nível de autoconhecimento”, diz Ricardo. “Mostrar que você pesquisou e refletiu sobre as suas próprias falhas é muito importante”.

Diga tudo
Mas será que sinceridade total é uma boa ideia? Para Claudia, a resposta é sim. Colocar todas as cartas na mesa, diz ela, é a opção mais honesta e produtiva para ambas as partes.

Se você omite a sua dificuldade para gerir pessoas, por exemplo, esse problema aparecerá em algum momento depois que você for contratado. Qualquer falsa expectativa criada na entrevista acaba cobrando seu preço mais tarde.

Ainda assim, observa Ricardo, um filtro é necessário: o contexto. “Não cabe falar de defeitos de ordem pessoal ou citar a falta de uma qualificação que não é exigida para a vaga”, afirma.

Próximos passos
Os recrutadores também consideram essencial que o candidato não apenas mencione e descreva suas fraquezas, mas também diga o que está fazendo para saná-las.

O ideal é falar sobre o histórico da questão: como e quando ela foi observada, quais foram os feedbacks que você recebeu a respeito dela, bem como momentos em que você conseguiu superá-la na prática.

Segundo Ricardo, o candidato deve mostrar a evolução de seus pontos fracos, com destaque para as providências que já tomou - e ainda vai tomar - para reagir ao problema. 

Se você não tem uma determinada competência técnica relevante para a empresa, por exemplo, pode mencionar que pretende se matricular num curso sobre o assunto, diz o gerente da Michael Page.

Para Claudia, o mais importante é demonstrar disposição para se aperfeiçoar. “O candidato ideal sabe muito bem quais são os seus pontos negativos e já tem um plano de ação para contorná-los”, afirma.



Vital Sousa
integrum Consultoria

Os Mais Lidos Da Semana!

A Cartilha do ABC

Há alguns dias li uma notícia, num site sobre empreendedorismo, que uma empreendedora havia alcançado sucesso em seu negócio com uma inovação: ela estava produzindo sapatos ao gosto do Cliente, isto é: customizados ou personalizados ou, ainda, taylor made – sob medida.
- Como é que é?! Inovação!? Mas quando!?
Sou do tempo que sapatos, roupas, chapéus, joias e outros acessórios e adornos eram confeccionados sob medida e encomenda dos Clientes, então, para mim, esta empreendedora não está inovando: está fazendo o que é bastante comum no mundo da moda: voltando ao passado; fazendo uma releitura de um processo de produção. Não vou me aprofundar neste “revival” calçadista, porque a leitura da noticia me inspirou a fazer minha própria “inovação”: uma Cartilha do ABC para ensinar empreendedores e varejistas o “bê-a-bá” da Gestão de Estoques, Vendas Clientes, Cobrança, Capital de Giro e o fundamental Fluxo de Caixa. A Cartilha do ABC é uma ferramenta gerencial que serve para isso e muito mais.
C…

10 Perguntas Demolidoras

Ter uma Excelente ideia não basta. É preciso saber vender o seu peixe, a qualquer momento que seja preciso. Todo Empreendedor tem a obrigação de conhecer o seu Negócio nos mínimos detalhes. Isso é importante para Vender a ideia e para a gestão do negócio. Todo Empreendedor tem a obrigação de responder, e responder certo, estas 10 perguntas sobreo seu Negócio.
A Young Entrepreneur Council fez uma lista com 10 questões que todos os investidores querem saber do dono de um negócio.
Encarar um grupo de investidores é uma tarefa que exige muita preparação do empreendedor. Se ele quiser conquistar aquele aporte ou investimento para sua startup ou empresa, terá de responder com segurança a todas as dúvidas de seus inquisidores.
Não são perguntas fáceis. Qualquer deslize na explicação do negócio ou desconhecimento de algum detalhe da operação pode custar o tão sonhado capital. Para ajudar os empresários nesse momento de tensão, os diretores do Young Entrepreneur Council, uma associação mundial de…

FALAVarejista!PodCast.Sem15 - "Os Sete Pecados Capitais no Atendimento ao Cliente - DESRESPEITO"

FALA VAREJISTA!
O Pecado do DESRESPEITO é o tiro de misericórdia no Processo de Atendimento: se uma loja não respeita o Cliente, já está morta e não sabe...
Este é um Pecado tão "cabeludo" que preferimos não falar dele e irmos direto para a penitência; para a Solução... - Respeite o Cliente! - Tudo começa com o Respeito! - Respeito é bom e eu gosto! - Respeite para ser Respeitado!
Frases bem populares no nosso dia-a-dia, mas a realidade não corresponde à expectativa... Por isso vamos reforçar a famosa Política de Atendimento da Stew Leonard's, tão importante que foi talhada na pedra para não ser esquecida...
Regra 1. O cliente tem sempre razão; Regra 2. Quando o Cliente nao tiver razão, aplique a Regra 1.
Sempre que repito estas regras, escuto inúmeras controvérsias... Uns não entendem, outros não aceitam, outros discordam em parte, etc, etc, etc... Então para darmos continuidade ao trabalho darei a minha tradução para esta Política:
- Quando se tem a firmeza de dizer que "o C…