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Gênesis 3.0


No início era o pensamento: lógico, coerente, concreto. O pensamento se fez palavra, mas a palavra era pouco para traduzir o pensamento. O pensamento era, por si só, plural, sistêmico, lógico, coerente, concreto. Assim, a palavra se fez atitude: criativa, revolucionária, engajada, sustentável, mas a atitude, ainda, era pouco; o pensamento agora era lógico, coerente, concreto, plural, sistêmico, criativo, revolucionário, engajado, sustentável, mas, ainda, era só pensamento. Assim, a atitude se fez ação: traduziu-se em fatos e dados históricos, transformou-se em atividades e processos e finalmente o pensamento tirou o tempo de sua inércia.

A cada fração de tempo, milhares de percepções sensoriais – tudo o que vemos e sentimos – tornam-se conscientes, transformando-se em pensamentos e iniciando o processo de formação de nossas emoções e sentimentos acerca dessas percepções, que serão convertidas, em última instância em atitudes, pois naturalmente, tendemos a reagir. Um ciclo único, inconfundível, baseado no mapa mental de cada um de nós, formado a partir das experiências que formam nosso caráter, nosso comportamento. Se pudéssemos ouvir nossos pensamentos, ouviríamos uma verdadeira tempestade de ideias. Alguns conseguem conviver com esse “barulho” na cabeça – ou quem sabe, sequer tomam consciência dele - outros precisam externá-lo em forma de ação.

Na cabeça de um empreendedor – falo por mim e por todos os empreendedores que tive o prazer de conhecer suas histórias, contadas por eles mesmos – pensar não é só pensar: pensar é o exercício ininterrupto de sua personalidade; sua inquietude; sua vontade de transformar-se transformando o mundo que o cerca. Como diria Tuda do conto Gertrudes pede um conselho [LISPECTOR, Clarice.  A Bela e a fera. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1979]:

- “Doutor, vim perguntar o que faço de mim. Quero saber como mostrar ao mundo que sou uma alguém, uma extraordinária.”

Nenhum médico, monstro ou louco teria coragem para responder, a um empreendedor entusiasmado com um projeto, o que respondeu o nobre Doutor do conto:

- “Não se preocupe. Não é preciso fazer nada. Isso passa.”

Não consultei nenhum médico para tratar minha loucura, mas muitos me disseram que todo esse entusiasmo passaria que eu recobraria o juízo e voltaria para traz da mesa do escritório para meu expediente comercial. Nenhum monstro – os obstáculos que há em nós e à nossa volta – conseguiu deter meu ímpeto de transformar meus pensamentos em ações. O louco da história sou eu mesmo e jamais desistiria de uma ideia viável.

Para mim não passou, não passa. Por isso, só por isso, transformo meus pensamentos em ações; por isso empreendo; por isso estou aqui – com o pensamento transformado em ação, fatos e dados – para contar minha história: calar a voz que tagarela em minha cabeça...

- Vem Tuda, vamos viajar!



[Sousa, Vital. Empreendimento Sem Fim. Recife, 2015]

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Gerente de Aluguel - GPS 4.0

Para começo de conversa, isso não é "papo de Consultor", mas de quem tem 30 anos de vivência no "chão de Loja" , atuando em toda Cadeia de Suprimento e tem experiência e competência para dizer que SIM! Você está jogando dinheiro no lixo!!! Nos últimos 6 meses, avaliamos a Operação de mais de 200 Lojas e podemos afirmar, seguramente, que temos a Solução para os três principais problemas do Varejo: 1. Falta de Controle de Estoque; 2. Falta de Gestão Financeira; 3. Baixa Utilização da TI e da Cultura de Dados... Veja como... Com a alta competitividade do Mercado, as Empresas, de todos os tamanhos e segmentos , procuram qualificar suas Equipes para promover a criatividade e a inovação, com ideias “fora da caixa” , potencializar a Gestão e melhorar os Resultados.  Pensando, também na necessária redução de custos, algumas Empresas apostam em soluções inovadoras; entre elas a do “Gerente de Aluguel” , com o objetivo de dar uma "mãozinha" aos Empreendedores, Ges

Bodega High Tech

Longe se vai os dias de inauguração (1.916) da primeira loja de Auto-Serviço no mundo: a Piggly Wiggly. Mais "recentemente" (1.930) os dias do primeiro Supermercado: o King Kullen. Depois vieram os Hard Discount (Aldi), os Category Killers (Toys ‘U’ Us, Leroy Merlin), os Hipermercados (Carrefour), e finalmente os Warehouse Clubs (Sams Club, Costco). Paralelo a esta evolução no formato do varejo, vivenciamos a Evolução do Marketing 1.0: mercado centrado no Produto, onde prevalecia a máxima de Ford: “Um carro pode ter qualquer cor, desde que seja preto.” - passando pelo Marketing 2.0: voltado para o Consumidor – para o Marketing 3.0: voltado para os Valores, cujo objetivo é fazer do mundo um lugar melhor, considerando um mercado de seres humanos com coração, mente e espírito, com uma proposição de valor funcional, emocional e espiritual e, finalmente, pelo menos até o próximo Big Show, chegando, finalmente, ao Marketing 4.0, a era da Transformação Digital, onde tudo faz par

A Estratégia dos Quatro Fatores

Todo ano é a mesma "estória": o ano só começa depois do Carnaval. Para mim isso é "papo de jacaré"; conversa fiada de preguiçoso, indeciso, que não sabe ou não tem o que fazer. Assim, aceita-se o pressuposto de que depois das folias de Momo tudo será exequível. Pelo menos não se desistirá antes de tentar cada alternativa. O Sucesso virá mesmo com muitos riscos e metas “impossíveis”; haverá algumas inovações e muitos, muitos improvisos. Será mais um ano daqueles que quanto pior ficar, melhor será. Ou será o contrário? Toda essa conversa de dificuldades e crises serve para lembrar um lugar comum: a palavra “crise” é composta por dois ideogramas (letras) que significam perigo e oportunidade. Então, vamos ser criativos, tirar o “s” da crise, mergulhar no escuro e transformar nossa coragem, criatividade e determinação em estratégias inovadoras para vencer a crise... Crise, que crise? A "marolinha" de 2008, finalmente, transformou-se numa tsunami "inter