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Mostrando postagens de Outubro, 2014

Apagão de Ideias!!!

Apagão de mão-de-obra é um assunto recorrente nos meios de comunicação e nas rodas de pessoas envolvidas com processos de Recrutamento & Seleção. No meio desta discussão, encontramos o que considero a maior contradição do meio corporativo: pagamento de Horas Extras para funcionários que participam de Cursos de Capacitação e Treinamentos fora do horário de expediente.   A Participação em Cursos de Capacitação e Treinamento oferecidos pela Empresa fora do expediente normal dá direito à hora extra?! Pode parecer um absurdo, mas este é o entendimento de parte da Justiça do Trabalho, o que vem gerando Polêmica nos tribunais pelo Brasil afora. De acordo com o Artigo 4º da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas – considera-se como serviço efetivo não só o tempo em que o empregado se encontra trabalhando, mas também o período à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens. No caso específico do “período à disposição do empregador” para a participação de Cursos

Amarrando Cachorro com Linguiça

Centenas de quilômetros, cortando 4 Estados da Federação, separam a imagem ao lado: são dois extremos! 1 - Extremos da minha área de atuação como Consumidor / Consultor de Varejo; 2 - Extremos de descaso e falta de Fiscalização das autoridades Competentes e da falta de exigência/denúncia (concorrência desleal) dos estabelecimentos regularmente estabelecidos e dos Consumidores finais. Imagens como estas, antes de serem extremas pela precariedade das condições de exposição e manuseio dos alimentos, são extremamente comuns nas periferias de grandes centros urbanos e nas Cidades do interior. Dizem que é uma questão de "Cultura". Para mim é uma questão de Saúde Pública e por que não dizer um Caso de Polícia. Navegando no Twitter encontrei esta interessante nota de esclarecimento, sobre Merchandising, que estou colando abaixo para fazer preâmbulo a uma inquietante constatação sobre o tema. Vamos ler a nota e eu volto depois. "Merchandising – Depende da cultura de cada

O Custo do Lápis

Quando se fala em ética, um de seus maiores antônimos é a Lei de Gerson: “Levar vantagem em tudo. Certo?” Na outra ponta temos o que considero como melhor definição de ser ético: “Não faça aos outros, o que não quer que seja feito a você”. Ser ético é respeitar os limites; saber onde termina os seus direitos e começam os direitos dos outros. Esta abertura poderia ser encarada como um conselho. Assim, lembremos a máxima sobre esta situação: “Se conselho fosse bom não se dava, se vendia”. Mas não pretendo dar conselhos. Quero discutir o real valor de um conselho, tanto para quem pede, como para quem o oferece. Meu principal objetivo nesta discussão é fundamentar minha argumentação sobre a venda de conselhos, visto que minha atividade profissional é Consultoria. Sim, Consultores vendem conselhos; mas em qualquer atividade econômica, principalmente na prestação de serviços, sempre há quem queira levar vantagem; sempre há quem queira argumentar que algumas palavras não poderiam te